Agora são Horas e Minutos - Bem vindo ao meu site

03/02/2007

CRIANÇA ESPERANÇA
Na correria do dia a dia, Ninguém nota aquela criança Em farrapos e quase nua, Que todos dizem nasceu na rua.Uma criança deveria ser a esperança E nunca derramar lágrimas de dor. E no futuro, a bonança, Bem vestido, bem calçado, Devidamente alimentado. Quase sempre é escorraçada, Sua morada é a rua, Seu leito... A dura calçada! E por cobertor, somente a lua! Ela sonhou em ser amada! Por alguém que é um semideus Ela foi abandonada! E por todos desprezada, Ela só é amada por Deus!.
A criança
Será que realmente não podemos fazer nada ?Será que realmente não podemos viver...Um dia alegre sem nos preocupar, Um dia de festa sem ter o que fazer... Será que realmente não fomos abençoados ? Será que realmente nascemos para sofrer...Um dia de tristeza e solidão, Um dia sem amigos que vão nos entender... Será que realmente é difícil esquecer ? Será que realmente queremos nos machucar...Um dia sem carinho cheio de dor,Um dia sozinho vivendo sem amor... A vida toda roda sem parar E nós insistimos em ficar no mesmo lugar...A vida nos muda a cada momento E nós insistimos nos mesmos tormentos... A criança ainda existe e nós a sufocamos A criança quer diversão mas nós não brincamos...A criança ainda existe e quer sorrir Relaxe um pouco e deixe a criança em você fluir... Deixe-a te controlar e levar-te a um mundo mágico Mostrar-te a liberdade Sem medo de errar, vivendo sempre abençoada Por toda a eternidade...

A criança
Será que realmente não podemos fazer nada ?Será que realmente não podemos viver...Um dia alegre sem nos preocupar,Um dia de festa sem ter o que fazer...Será que realmente não fomos abençoados ? Será que realmente nascemos para sofrer...Um dia de tristeza e solidão,Um dia sem amigos que vão nos entender...Será que realmente é difícil esquecer ? Será que realmente queremos nos machucar...Um dia sem carinho cheio de dor,Um dia sozinho vivendo sem amor...A vida toda roda sem pararE nós insistimos em ficar no mesmo lugar...A vida nos muda a cada momento E nós insistimos nos mesmos tormentos...A criança ainda existe e nós a sufocamos A criança quer diversão mas nós não brincamos...A criança ainda existe e quer sorrir Relaxe um pouco e deixe a criança em você fluir... Deixe-a te controlar e levar-te a um mundo mágico Mostrar-te a liberdade Sem medo de errar, vivendo sempre abençoada Por toda a eternidade...
Criança
Choro! Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro as crianças violadas nos muros da noite úmidos de carne lívida onde as rosas se desgrenham para os cabelos dos charcos. Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro diante desta mulher que ri com um sol de soluços na boca— no exílio dos Rumos Decepados. Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro este seqüestro de ir buscar cadávere sao peso dos poços— onde já nem sequer há lodo para as estrelas descerem arrependidas de céu. Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choroa coragem do último sorriso para o rosto bem-amado naquela Noite dos Muros a erguerem-se nos olhos com as mãos ainda à procura do eterno na carne de despir, suada de ilusão. Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro todas as humilhações das mulheres de joelhos nos tapetes da súplica todos os vagabundos caídos ao luar onde o sol para atirar caméliastodas as prostitutas esbofeteadas pelos esqueleto de repente dos espelhos todas as horas-da-morte nos casebres em que as aranhas tecem vestidos para o sopro do silêncio todas as crianças com cães batidos no crispar das bocas sujas de miséria... Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro... Mas não por mim, ouviram?Eu não preciso de lágrimas! Eu não quero lágrimas! Levanto-me e proíbo as estrelas de fingir que choram por mim! Deixem-me para aqui, seco, senhor de insônias e de cardos, neste òdio enternecido de chorar em segredo pelos outros à espera daquele Dia em que o meu coração estoire de amor a Terra com as lágrimas públicas de pedra incendiadaa correrem-me nas faces— num arrepio de Primavera e de Catástrofe!

02/02/2007

A CRIANÇA DO ORFANATO
Criança com sua alegria contagiante! Ser angelical, que só requer Dedicação, ternura, carinho. No rosto, sempre esboça um sorriso, Nem sempre alegre, existem também, Os que são carentes, sorrisos tristes...Já passou tanto tempo...Ainda...trago no meu pensamento....O olhar tristonho, o abraço apertado Das crianças...que encontrei No orfanato da Mamãe Maria Havia lá, uma que era especial p’ra mim, Foi amor à primeira vista! Moreno, cor de canela.Transmitia bondade, meiguice...Nos olhos...da cor do mel...Senti por essa criança, grande afeição! Ele...vibrava ao ver-me chegar...Brincávamos juntos,Trocávamos carinhos, beijos. Mas, adotar a criança eu não podia, Condições...eu não possuía...Decidi afastar, da minha vida esse amor, No Orfanato, não mais retornei. Não sei, qual foi o destino do menino! Eu...nunca...o esqueci, Sua lembrança, marcou ficou. Seu nome?

A poesia dos Brinquedos
Um dia escrevi um versinho que se tornou uma folha inteirinha de poesia que encantou o mundo. E até a bailarina da caixinha de música aprendeu a sorrir e sorriu pela primeira vez. E a boneca de pano ganhou vida e saiu contente a saltitar. E o urso Tede começou a contar piadas. E as bolinhas de gude não paravam de rir. E o aviãozinho feliz voava sem o controle do menino o comandando. Todos indo felizes para a poesia dos brinquedos onde podem ganhar vida, pelo menos uma vez na vida os brinquedos podem ser amigos e ter sentimentos. Na eterna poesia dos brinquedos todos podem ser felizes.
CRIANÇA!
Criança, tu és o conforto Criança, tu és o amor. Tu, que tens alegria nos teus olhos E que aos outros ofereces amizade; Tu, que caminhas Sem maus pensamentos E que amas Sem rodeios Vem ...! Vem comigo. Dá-me a tua mão. Criança, Tu és o símbolo Do amor Da paz E da liberdade. Tu és o fruto Da inocência E da pureza. Criança Ajuda-nos a construir Um mundo bom, Como tu Estrela brilhante!
Nas asas do tempo
Ser criança é interessante: Pirulitos, chicletes, pipoca, sorvete, bicicleta, patins, TV e até mesmo a tal da internet. Hora de dormir, hora de levantar. Tem também a tal hora de estudar. Ser criança é interessante: Nadar, correr, pular, subir, descer, andar, sentar. Sentar não é muito de criança, O bom mesmo seria voarVoar...Nas asas de um pássaro. Seria interessante!Num ultraleve. Seria desafiante! Num boeing 767. Confortante!Nas asas do tempo. Emocionante! Ser criança é interessante,Mas o tempo voa e com ele vai a infância. E ainda bem que ele voa! Já pensou? Ser eternamente criança? Ser criança. É interessante!Ser adolescente. É emocionante! Ser jovem. É desafiante! Ser adulto. É confortante! Você vai seguir todos esses caminhos, Viver feliz, tranqüilo e radiante, Se, enquanto o tempo voa, Descobrir como é interessante ser criança.
Criança
Há ! Esse “sufoco” de ensinar A garganta falha, Enquanto a balbúrdia se espalha Sonho com a luz do amanhecer Com um novo florescer...Penso em como as crianças nascem criativas, Talvez, o amanhecer, o florescer me remonte a tal pensamento Penso no que o tempo faz com algumas delas(muitas delas...)Parece que conseguem ver apenas sombras A visão cada vez mais se ofusca Indo para trás das trevas É como se fosse o mito da caverna ao contrário. É missão do adulto não deixar morrer a criança que existe em si e no outro...Crianças são sábias, são filósofas, Autênticas e verdadeiras ..., mas, ainda, não sabem.Invade-me, um desejo profundo De trazê-las de volta à luz Ainda, que, aos poucos Mostrar-lhes: as flores, os animais, as estrelas, os livros...E..., assim como Platão lhes mostrar O caminho do verdadeiro conhecimento,
Aquele que na inocência, Conheciam melhor do que ninguém...

01/02/2007

Lá vem eles...
Lá vem eles pelas invasões, vilas, Bairros e avenidas. Pouco a pouco, Compõem a paisagem de nossas ruas. Chegam de mansinho, Sem pedir licença para ficar. Não que seja por falta de educação, Mas porque não têm outra opção. São meninos, são crianças,Evadidos das escolas, Invadidos pela pobreza, Adotam a rua como sua professora. Lá vem o menino flanelinha, Implorando aos senhores Um trocado Em troca de todo cuidado Que teve com os seus carros. Lá vem o menino viadutoSem lar, sem família, quase sem vida. Qualquer lugar para dormir Já é uma bênção. Lá vem a menina-mãe Ou será a mãe-menina? Não sei...A única certeza É de que ela é criança demais Para ser mãe. Lá vem o menino índio Miserável, sem futuro, discriminado, Atirado ao solo do calçadão, Esperando um pedaço de pão. Lá vem a menina vendedora, Com seus panos de prato,Tão baratos, Tão necessários à sua sobrevivência. Lá vem você, venho eu, vimos nós. Também andamos por estes caminhos, Também vivemos esta realidade. Lá vem eles, carentes de nosso auxílio, Pedindo nossa atenção. Então, que o nosso amor Seja o remédio que cura as feridas, O calmante que alivia as dores, Para que os nossos filhos Não sejam como estes meninos no amanhã.

Assim como as flores

Ei, eu sou criança! Não sou malabarista, Nem equilibrista, Muito menos sou palhaço, De toda essa situação. Eu sou criança! Gosto de brincar, De pular, me divertir, Gosto de sorrir. Comer, pelo menos uma vez no dia, Sem catar lixo por aí. Mas o que é isso?Tantos maltratos, Abandono e exploração,Tu não vês que sou criança, Preciso de proteção! O que vai ser da minha vida? O que vou ser quando crescer? Ora, ora minha gente! Vai depender do que eu aprender. Me ajuda!!!Mas, não me dê esmola, Meu lugar é na escola, Ter família, Um lugar para morar, Sem precisar trabalhar. E se não for pedir muito, sonhar...Eu ainda sou criança. Preciso ser cuidada, Preciso de ti.
Momento
Como cacos à espera do vidraceiro como banheiros públicos à espera de asseio Estão nossas crianças à espera por educação Vítimas do espetáculo neoliberal Mutiladas pelo espaço virtual Ignoradas pelo amparo social Com petróleo matam a fome Nas lixeiras, lêem o mundo Nas esquinas, esperam por Deus E pedem moedas nos sinais Brincam com carrinhos de mão Imaginam casas e queimam o pé no asfalto.
Por que não posso Sorrir?
Criança que faz arte, levanta e parte – vai para marte. É seu estandarte; a flecha e o bacamarte – um peixinho espadarte. Alegria reparte e coleciona no encarte – me livra do enfarte. A felicidade comparte; não quando a tocaste – chora porque a ansiaste. No mundo, tem a missão, muita ilusão – um grande coração. Sofre aflição; foge da agressão – detesta injeção. Criança alta ou não; no desenho, o cascão – sofre o anão. Sofre opressão; dói o pai na prisão – trilhou a perdiçao Muda e sem audição, tem aptidão – será um artesão. Criança com intuição, sofre a intimidação – sangra no arpão. Dói a luxação se tomam seu pão – já tem marcas da mutilação. Sente a judiação; o professor mandão - o pai patrão. Criança inteligente; sempre comovente – sabedoria de descendente. Mesmo doente, sempre contente – é sempre onipotente. Na vida crescente; não tem contingente é crente – mesmo carente. De todos, confidente; da sabedoria, expoente – sua voz é fluente. Criança valente, sentinela vigilante – vidente e saliente. Pura e inocente, brinca com o pente - gosta de refrigerante. Na ajuda, é assistente; sempre conseqüente - não foge do batente. Estuda bastante; limpa e escova o dente – com o banho, exigente. Criança que ama o pai, chama quando diz ai – anda e também cai. No colo sempre vai, pede carinho papai! – também o distrai. Diz o pai: com anjos sonhai; a benção alcançai! – Oh! anjos cantai! Mãos, aos céus levantai, olhos, para o alto olhai! - nas nuvens navegai! Criança desaparecida, de todos esquecida – mal vestida. Diferente e parecida, com saúde e ferida – oh! senhora Aparecida! Clara e enegrecida, alegre e aborrecida – a queixa é quando ferida.Entristecida, sem alimento abastecida – com fome, dói a barriga. Feliz pela vida, mas triste por ser nascida – chora sem saída. Que levanta de madrugada, trabalha algemada – fica aleijada. Do pai, a chinelada; do padrasto, apalpada – a inocência ultrajada.Criança acoitada, judiada – pela mãe, desrespeitada. Pela madrasta, abusada ou no mundo largada – pelo mau é puxada. Infância mal passada, por muitos pisada – no escuro é tragada. Criança da pesada, molhada, mal olhada – de lado é deixada. Do lar arrancada, pé na estrada – é longa a caminhada.Com isca cevada; com droga viciada – na vida tatuada.Criança feliz; brinca no chafariz – outras, com o giz. Vou ser atriz, arrumar o nariz – olha os quadris. Vou ser um Juiz; no sapato verniz – serei bom aprendiz. Ou embaixatriz; vai! Deus te quis – fica longe dos imbecis. Criança linda, seja bem-vinda – outras, não ainda. Fique na berlinda; o espelho te blinda – mas não finda. Os olhos do mundo brinda, mas é cedo ainda – vem minha linda. Sua infância intervinda; do amor não vinda – mas é cedo ainda. Criança! seja forte, te desejo sorte – homem de porte. Pratique esporte; vá até o norte – use o transporte. Não se importe, as dificuldades recorte – de frente aporte. Tire o passaporte, nas dores suporte – ferramentas importe. Criança! virão as dores; mas também as flores – mais tarde, amores. Vêm os caçadores, os roedores – cuidado nos bastidores. Verão os ditadores, fuja dos raptores – a escada dos horrores.Têm os palpadores, sobem os elevadores – finalmente, os matadores. Criança adotada, bem dotada – a maltratada. Criança achada, aleijada – pelo mundo abalada. Criança inventada, pelo frio gelada – sem roupa desnudada. Expatriada, bombardeada, sem lar, pisada – pela dor, picada. Criança salgada, pela ignorância tapada – na tristeza selada.Criança violada, do lar tirada – por ser pobre zombada. Criança da calçada, sem esperança, sentada – a zombam de safada. Criança da beleza cegada, a vida a ela foi negada – pobre desgraçada. Criança querida, para ela sorri a vida – do conforto embebida. Nunca teve lombriga, no berço de ouro foi trazida – no conforto parida. Sem dores acolhida, seus desejos sem medida – seu pai tem uma jazida. No conforto desmedida, desconhece a dor da vida – cuidado! tem descida.
resumo:
Desculpe; também não era o que eu queria. Pensei fazer um poema feliz para quem lia. Que tivesse motivo para que ao ler você sorria. Sobre criança só têm temas que me angustia. O mundo tem sido muito mau com suas criança. E em muito poucos rostinhos pode se ver alegria. Precisamos gritar hoje; para no futuro ver esperança.
Somos culpados?
Menino sem nome, Num vale de fome, Querendo viver; Uma dor lhe consome, Ao saber que quem come, Não o sente sofrer.Tristeza infinita, Um problema lhe agita, Uma dor ele sente; E mesmo que insista, Ninguém facilita, Pra criança carente. Costuma faltar comida,É uma coisa sofrida, É tristeza demais; Mas assim segue a vida, E vai sendo vivida, Sem convívio com a paz. O pai do coitado, É desempregado, Tem mais de ano;Faz o “bico” falado, Mas o dinheiro chorado, É um trem desumano. E a mãe do menino, É um desatino, Nesta vida cruel; Nesse mundo assassino, E se vê sem destino, Jogados ao léu. E a culpa é de quem? Talvez de ninguém, Ajude quem possa; Mas a culpa é de alguém, E é sua também, Pois a culpa é nossa.

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