MomentoComo cacos à espera do vidraceiro como banheiros públicos à espera de asseio Estão nossas crianças à espera por educação Vítimas do espetáculo neoliberal Mutiladas pelo espaço virtual Ignoradas pelo amparo social Com petróleo matam a fome Nas lixeiras, lêem o mundo Nas esquinas, esperam por Deus E pedem moedas nos sinais Brincam com carrinhos de mão Imaginam casas e queimam o pé no asfalto.


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